Como o Pagamento Sob Demanda transforma a gestão de pessoas em vantagem competitiva
O foodservice opera sob margens apertadas e alta pressão, onde o capital humano é o diferencial mais crítico. A alta rotatividade (turnover) e o absenteísmo não são apenas problemas de RH, são barreiras que impedem a escala e corroem a saúde financeira do negócio. A Remuneração 2.0, baseada no pagamento sob demanda, é a solução estratégica para este cenário, transformando o pagamento de um custo em um motor de engajamento e retenção.
O novo paradigma da competição por talentos
A ascensão da Gig Economy e a entrada da Geração Z no mercado de trabalho redefiniram as expectativas. A flexibilidade e a agilidade de remuneração oferecidas por plataformas de delivery se tornaram o novo padrão, competindo diretamente com o setor de restaurantes.
"Hoje, os bares e restaurantes não competem só entre si. A competição é com o iFood, com o Uber, com o Rappi. A gente tem que trazer a mesma agilidade de pagamento e de incentivo que eles têm.", diz Flavia Maia, Board Member do Grupo Alife Nino.
O modelo tradicional de pagamento mensal é obsoleto para uma geração que exige controle financeiro e reconhecimento imediato. O pagamento sob demanda é simples e poderoso: permite que o colaborador acesse o salário e as gorjetas do dia já trabalhado, sem burocracia, alinhando o timing da remuneração ao timing do esforço.
Cases de sucesso: o impacto da Quansa na retenção e produtividade
A eficácia da Remuneração 2.0 é comprovada por resultados expressivos em clientes Quansa que são líderes no foodservice.
1. Le Jazz e La Guapa: redução de turnover e bem-estar financeiro
Para o Grupo Le Jazz, um dos mais respeitados da gastronomia paulistana, a solução da Quansa se provou um diferencial na retenção.
"A implementação do pagamento sob demanda é uma mudança simples que pode reduzir o turnover em até 30% e transformar a percepção do colaborador sobre a empresa.", afirma Paulo Bitelman, CEO & Co Founder do Grupo Le Jazz.
O La Guapa, um dos pioneiros do setor a implementar a Quansa, adotou a solução como um movimento estratégico, alinhado à sua cultura de cuidado com o colaborador. O pagamento sob demanda, somado à educação financeira, atua como uma barreira contra o endividamento, promovendo o bem-estar financeiro e, consequentemente, o desempenho da equipe, segundo o sócio fundador e CEO do La Guapa, Benny Goldenberg.
2. McDonald's (Franqueado) e Grupo Fit: otimização operacional com dados
A tecnologia da Quansa vai além do benefício, atuando como uma ferramenta de inteligência de gestão.
• McDonald's (Franqueado de 8 lojas em Campinas): ao condicionar o acesso ao benefício a regras de uso personalizadas (como limite de faltas), o franqueado conseguiu um impacto direto no absenteísmo. O resultado foi uma redução de 50% no absenteísmo e de 37% no volume de atestados médicos.
• Grupo Fit (Foodservice em Aeroportos): enfrentando alta rotatividade em um ambiente de margem apertada, o Grupo Fit viu o piloto da Quansa resultar em uma redução de quase 30% no turnover. O Diretor de Gente e Gestão, Thiago Silveira, reforça: "O colaborador não quer favor, quer previsibilidade. A Quansa não é crédito, é controle sobre o que já foi trabalhado."
Remuneração 2.0: de custo a estratégia de crescimento
A Quansa transforma o RH de uma função reativa em uma disciplina estratégica. Ao adotar o pagamento sob demanda, as empresas do foodservice conseguem:

Para prosperar na nova economia, o foodservice precisa de soluções que tragam a agilidade do mundo digital para a gestão de pessoas. A Remuneração 2.0 da Quansa é o investimento direto no capital humano, garantindo equipes mais estáveis, engajadas e produtivas.
Saiba como a Quansa pode transformar a gestão de pessoas no seu negócio
